Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira… Atenção para uma palavra em especial: PROVISÓRIA.
Que me desculpem os simpatizantes deste governo, mas isso é um abuso. Queriam porque queriam prorrogar o fim da CPMF, mas não abrem mão do inchaço da máquina pública. Sempre aparece mais um cargo para os “companheiros”, e isso é revoltante.
Vale lembrar que recentemente o governo criou a “Secretaria Especial de Ações a Longo Prazo”, a famosa SEALOPRA, que nada mais foi do que uma tentativa de acolher o (intelectual?) Mangabeira Unger, que antes era crítico ferrenho de Lula. Pior não é isso: o cara mal falava português, imagine só…
O cabide de empregos para companheiros é uma triste realidade do governo Lula, desde quando assumiu… Mas sobre isso eu falo outro dia. Voltemos à CPMF…
Os líderes do governo estão defendendo a recriação da CPMF, que o presidente dos simpatizantes (ele não é e nunca vai ser meu presidente), Lula da Silva, sempre foi contra no período FHC. Mas hoje é a favor porque, segundo o próprio, “prefere ser uma metarmofose ambulanto”.
Mas seu Lula, a CPMF é uma contribuição provisória, não um imposto como algumas pessoas acham ser. Aliás, um dos membros “elegantemente caras-de-pau” de sua base aliada disse outra vez que a CPMF era um imposto bom, porque o brasileiro nem sentia. Ah, pára com isso! Engana outro que eu não sou trouxa!
O Brasil é um dos países com a maior quantidade de impostos do mundo, e a CPMF vai fazer falta? Porque no lugar de aumentar impostos como a IOF (Impostos sobre Operações Financeiras), não reduz os gastos do governo na própria carne? Os gastos supérfluos do governo são altos, podem diminuir… O salário dos ministros, dos deputados, dos senadores, O SEU, também podem diminuir…
Aliás, dou até uma dica pro senhor: conversa com os governadores de Minas Gerais e de São Paulo, Aécio Neves e José Serra, e aprende com eles como cortar gastos…
Finalmente a oposição acordou. Espero que ela consiga barrar mais uma vez a manobra dos governistas, e a CPMF seja esquecida de uma vez por todas, para o bem do meu bolso.
Abraços!

